O objetivo é combater estereótipos e mostrar que tarefas da casa não têm “dono”.
Os estudantes aprendem a preparar pratos simples e cuidar da alimentação.
Eles também aprendem a costurar, consertar roupas e entender o valor do consumo consciente.
Muitas famílias relatam que as crianças estão mais independentes e participativas em casa.
As aulas ajudam no desenvolvimento de responsabilidade e autonomia no dia a dia.
A iniciativa mostra que cozinhar e costurar não são tarefas femininas, mas competências humanas.
O projeto ganhou destaque internacional e pode inspirar mudanças em escolas ao redor do mundo.
Além de conhecimento acadêmico, os alunos saem preparados para viver com mais equilíbrio e independência.