Bilhões de partículas de plástico já se espalharam pelos mares e entram na cadeia alimentar.
O muco natural do quiabo contém moléculas que grudam facilmente em microplásticos.
Quando misturado à água, o extrato vegetal forma géis que atraem e prendem as partículas.
Em testes, grande parte dos microplásticos foi separada sem o uso de produtos tóxicos.
O método é mais sustentável que os processos industriais usados hoje.
Cientistas estudam formas de usar o quiabo em estações de tratamento ao redor do mundo.
O vegetal comum no prato do brasileiro pode ajudar a limpar rios, mares e proteger a vida marinha.